Uma das barreiras da sociedade é enfrentar o preconceito, pois fecham os olhos para a realidade e vivem no comodismo.
Enquanto isso, cidadãos sofrem agressões de todos os gêneros como forma de protesto daqueles que não sabem aceitar as diferenças.
É constante ver meninos e meninas que sofrem agressões verbais e físicas na escola. Somente por não ser de acordo como deveria na visão dos agressores? Bem, isso seria um dos motivos para tantas atrocidades nas instituições de ensino, nos últimos anos.
Ao meu ver, para driblar esse tipo de problema, os pais devem ter participação ativa na vida escolar dos filhos, observando e ajudando quando percebe alguma dificuldade de aprendizado e em seus relacionamentos com os colegas da escola.
Portanto, deve-se lutar contra esse problema nas escolas, e erradicar o bullying.
(criação: (codinome) Rosa Vermelha)
TROCANDO EM MIÚDOS
Trocando em miúdos, o nome nos convida para uma troca de experiências, todo ser humano tem experiências reais que a própria natureza oferece. Essa troca é muito valiosa, por menor que possa parecer. Podemos trocar desde a sugestão de um tempero novo até um artigo científico. Quero postar nesse espaço muito do que sei, quero aprender muito também. Quando decidi criar um blog pensei muito sobre o que oferecer de concreto aos futuros leitores, essa decisão não é fácil, pois tudo o que faço na minha vida, faço com disposição para que realmente alcançe o objetivo esperado. Seja bem vindo,
Cida Pires
Trocando em Miúdos
Chico Buarque
Eu vou lhe deixar a medida do Bonfim
Não me valeu
Mas fico com o disco do Pixinguinha, sim!
O resto é seu
Trocando em miúdos, pode guardar
As sobras de tudo que chamam lar
As sombras de tudo que fomos nós
As marcas de amor nos nossos lençóis
As nossas melhores lembranças
Aquela esperança de tudo se ajeitar
Pode esquecer
Aquela aliança, você pode empenhar
Ou derreter
Mas devo dizer que não vou lhe dar
Não me valeu
Mas fico com o disco do Pixinguinha, sim!
O resto é seu
Trocando em miúdos, pode guardar
As sobras de tudo que chamam lar
As sombras de tudo que fomos nós
As marcas de amor nos nossos lençóis
As nossas melhores lembranças
Aquela esperança de tudo se ajeitar
Pode esquecer
Aquela aliança, você pode empenhar
Ou derreter
Mas devo dizer que não vou lhe dar
O enorme prazer de me ver chorar
Nem vou lhe cobrar pelo seu estrago
Meu peito tão dilacerado
Aliás
Aceite uma ajuda do seu futuro amor
Pro aluguel
Devolva o Neruda que você me tomou
E nunca leu
Eu bato o portão sem fazer alarde
Eu levo a carteira de identidade
Uma saideira, muita saudade
E a leve impressão de que já vou tarde.
Um AbraçoNem vou lhe cobrar pelo seu estrago
Meu peito tão dilacerado
Aliás
Aceite uma ajuda do seu futuro amor
Pro aluguel
Devolva o Neruda que você me tomou
E nunca leu
Eu bato o portão sem fazer alarde
Eu levo a carteira de identidade
Uma saideira, muita saudade
E a leve impressão de que já vou tarde.
Cida Pires
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