Bullying pe um termo que descreve atos de violência física ou psicológica, onde os mais atingidos são: negros, idosos, nordestinos ou deficientes.
O bullying é praticado por indivíduos, onde excluem pessoas por raça, estatura, idade, entre outras, causando dor e angustia, ocorre principalmente nas escolas e no trabalho.
Nas escolas o ato de bullying acontece fora da visão de um adulto, e na maioria das vezes a vítima não conta o que acontece para um adulto porque tem medo de sofrer agressões novamente, ou seja, o bullying causa trauma no indivíduo, além de trazer angustia e sofrimento.
O bullying, apesar de ser mais frequente na escola, também é praticado no trabalho, como por exemplo quando um negro ou um idoso vai procurar um serviço, é recusado por conta da raça ou da idade e ainda podem sofrer agressões verbais.
Na minha opinião, na escola é pior, porque os alunos sofrem agressões físicas e depois têm medo de contar para os pais. O correto é procurar um adulto e contar todo o ocorrido, pois o diálogo é muito importante nessas situações.
(Criação: (codinome) Doce de Leite)
TROCANDO EM MIÚDOS
Trocando em miúdos, o nome nos convida para uma troca de experiências, todo ser humano tem experiências reais que a própria natureza oferece. Essa troca é muito valiosa, por menor que possa parecer. Podemos trocar desde a sugestão de um tempero novo até um artigo científico. Quero postar nesse espaço muito do que sei, quero aprender muito também. Quando decidi criar um blog pensei muito sobre o que oferecer de concreto aos futuros leitores, essa decisão não é fácil, pois tudo o que faço na minha vida, faço com disposição para que realmente alcançe o objetivo esperado. Seja bem vindo,
Cida Pires
Trocando em Miúdos
Chico Buarque
Eu vou lhe deixar a medida do Bonfim
Não me valeu
Mas fico com o disco do Pixinguinha, sim!
O resto é seu
Trocando em miúdos, pode guardar
As sobras de tudo que chamam lar
As sombras de tudo que fomos nós
As marcas de amor nos nossos lençóis
As nossas melhores lembranças
Aquela esperança de tudo se ajeitar
Pode esquecer
Aquela aliança, você pode empenhar
Ou derreter
Mas devo dizer que não vou lhe dar
Não me valeu
Mas fico com o disco do Pixinguinha, sim!
O resto é seu
Trocando em miúdos, pode guardar
As sobras de tudo que chamam lar
As sombras de tudo que fomos nós
As marcas de amor nos nossos lençóis
As nossas melhores lembranças
Aquela esperança de tudo se ajeitar
Pode esquecer
Aquela aliança, você pode empenhar
Ou derreter
Mas devo dizer que não vou lhe dar
O enorme prazer de me ver chorar
Nem vou lhe cobrar pelo seu estrago
Meu peito tão dilacerado
Aliás
Aceite uma ajuda do seu futuro amor
Pro aluguel
Devolva o Neruda que você me tomou
E nunca leu
Eu bato o portão sem fazer alarde
Eu levo a carteira de identidade
Uma saideira, muita saudade
E a leve impressão de que já vou tarde.
Um AbraçoNem vou lhe cobrar pelo seu estrago
Meu peito tão dilacerado
Aliás
Aceite uma ajuda do seu futuro amor
Pro aluguel
Devolva o Neruda que você me tomou
E nunca leu
Eu bato o portão sem fazer alarde
Eu levo a carteira de identidade
Uma saideira, muita saudade
E a leve impressão de que já vou tarde.
Cida Pires
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